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Mostrando postagens de maio, 2026

Precisamos falar sobre: "Eu não sou Jessica Chen".

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 Esse foi o meu primeiro contato verdadeiro com a Ann Liang. O primeiro que não abandonei, no caso. Já tinha lido um pouco do livro: "Se você pudesse ver o sol", mas não dei continuidade, pois não era o meu estilo.  Eu terminei essa obra em uma única sentada, estava com minha filha no colo e passei 4 horas lendo enquanto a ninava e a deixava dormir no colo.  Fiquei com muita dor nos braços e nas costas, mas valeu a pena o esforço porque fiquei imersa na experiência. Esse livro fala sobre a busca por identidade e propósito pessoal. O que somos além das nossas obrigações? Existiríamos mesmo se não tivéssemos uma visão detalhada do que fazer e como fazer? O que acontece com as pessoas sem visão de futuro? O que acontece com quem vive a vida ao máximo sem se importar em ter um cronograma para tomar cada passo? Essas são algumas perguntas que refletimos ao longo do livro. A protagonista acorda no corpo da prima, que tem a vida aparentemente perfeita, mas acaba se arrependendo....

Precisamos falar sobre: Ikoku Nikki (Journal With Witch).

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O anime que vai te fazer refletir (muito!)    Quando pensamos em animes, muitas vezes (quase sempre, na verdade) os destaques são animes de ação focados para o público masculino. Existe uma grande parcela (muitas vezes ignorada) de pessoas que gostam de animes puxados para o dia a dia e reflexões. Eu gosto muito de animes que puxam o lado psicológico e trazem lições importantes que nos fazem refletir e pensar melhor sobre situações e vivências que passamos muitas vezes, mas não lidamos de uma forma saudável. Esse anime traz uma reflexão profunda sobre o luto. Sobre o processo de descoberta do mundo sem alguém que amamos que se foi. Quando perdi meu avô, não processei como seria ir à casa da minha avó e não vê-lo sentado escutando algum jogo de futebol no rádio. Fiquei muito tempo sem visitar minha avó (uma péssima decisão) por medo de encarar a realidade de que ele se foi. Quando perdi minha avó, perdi o chão que me sustentava. Mal tinha processado o luto do meu avô e outra pe...